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ARTE CULTURA 🇨🇳 CHINA

Mulheres chinesas abrem galerias de arte em Los Angeles para apoiar jovens artistas

Conheça o trabalho de May Xue e Lu Yiwei, duas mulheres chinesas que têm ajudado novos artistas em Los Angeles, Califórnia.

May Xue foi diretora de relacionamentos educativos e institucionais da K11 Art Foundation (KAF) em Hong Kong e antes disso, diretora executiva do Centro de Arte Contemporânea em Pequim, um museu sem fins lucrativos.

Agora nos Estados Unidos, ela quer continuar apoiando jovens artistas e dando um local para que eles possam explorar sua criatividade e expor suas artes. Assim, Xue abriu em Los Angeles a Horizon, uma galeria de arte de 450 metros quadrados que terá sua primeira exposição de um artista local em fevereiro.

A Horizon, galeria em que Xue é diretora executiva e co-fundadora, tem Harry Hu e Jason Li como clientes e não foca apenas em artistas asiáticos, mas em artistas racializados. 

Quatro artistas americanos foram escolhidos para usarem a galeria como quiserem pelo período de um a três meses, e o que o artista não vender no final de seu período de exposição, a ele será retornado. Xue afirma:

Nós queríamos que este fosse um programa que realmente beneficiasse os artistas, sem pressão. Tudo é dedicado a eles.

Ao mesmo tempo, outra mulher chinesa tem ajudado novos artistas na cidade.

Lu Yiwei, fundadora da Yiwei Gallery, dá espaço para artistas asiáticos – especialmente mulheres – exporem suas artes. 

Yiwei estudava arte e produção de filmes em Los Angeles quando conheceu o fotógrafo chinês Ye Wenlong, que tinha dificuldade em vender suas imagens. Logo, Yiwei o ajudou e com o sucesso da parceria, Wenlong encorajou-a a criar sua própria galeria e ajudar outros artistas. Dessa forma, muitos artistas chineses começaram a contatá-la para pedir sua curadoria em exposições. 

Yiwei usou o tempo da pandemia para estudar sobre curadoria de museus e conversar com artistas e donos de galerias. Eventualmente, quando os comércios voltaram a abrir, ela chegou a organizar exposições pop-up antes de arranjar seu próprio local para a galeria, cuja exposição Natural Women contou com trabalho de quatro artistas. 

Sobre trabalhos recentes, a Yiwei Gallery contará com a exposição de duas fotógrafas chinesas na primavera (março a abril nos Estados Unidos). Já Xue quer abrir uma Horizon na China e lá, expor artistas de todos os locais do planeta. 

O trabalho dessas mulheres tem sido importante principalmente em uma época de pandemia, em que artistas perdem oportunidade de viajar e mostrar suas obras ou receberem visitantes de outros locais. Xue e Yiwei acreditam que a arte pode juntar culturas mesmo quando a política as separa. 

Fonte: (1)
Fonte imagens: Yiwei Gallery e Horizon Art Foundation – divulgação.
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CULTURA 🇯🇵 JAPÃO

Universidades disponibilizam cursos gratuitos sobre o Japão

Grandes Universidades dos Estados Unidos e do Japão disponibilizaram cursos online e gratuitos sobre o país. Com a COVID-19 ainda entre nós e limitando a vida social da população, essa é uma boa oportunidade para aprender sem gastar nada.

Todos os cursos oferecidos não possuem prazo de término, o que deixa o aluno livre para assistir às aulas e completar as atividades no seu próprio tempo.

Os cursos são ministrados em inglês e tratam de temas variados como Arquitetura e Literatura. Veja a seguir os cursos disponíveis:

O nascimento da Tóquio moderna

Composto de 5 módulos, o curso conta como se formou a Tóquio moderna, passando por tópicos como os imperadores do Japão, a reconstrução da cidade após o terremoto de 1923 e a vida noturna durante dos anos 30. Você pode acessar o curso oferecido pelo MIT através desse link.

Fonte: reprodução

Gestão japonesa de negócios

Voltado para quem se interessa (ou precisa) por gestão de negócios, o curso mostra como grandes e renomadas empresas japonesas (Toyota, Softbank, etc) trabalham, apresentando modelos de negócios, estratégias de produção e performance através dos anos. O curso é oferecido pela Waseda University nesse link.

Fonte: reprodução

Arquitetura Moderna Japonesa (Parte 1)

Oferecido pelo Instituto de Tecnologia de Tóquio (link aqui), o curso mostra os primórdios da arquitetura moderna no Japão e a influência de nomes como Le Corbusier e Walter Gropius em seu desenvolvimento.

Fonte: reprodução

Fonte (1)
Imagens: reprodução
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CULTURA HISTÓRIA SOCIEDADE 🇨🇳 CHINA

Ossada de casal enterrados se abraçando é encontrada no Norte da China

Foram descobertos no Norte da China, mais precisamente na cidade de Datong, província de Shanxi, dois esqueletos de 1.500 anos enterrados juntos, envoltos em um “abraço eterno”.

Enquanto escavavam mais de 600 tumbas em um cemitério local, arqueólogos das Universidade de Jilin e Xiamen descobriram a ossada do casal, que foi sepultado durante a Dinastia Wei do Norte (386 a 534 d.C.). De acordo com os estudos feitos e publicados no International Journal of Osteoarchaeology, os autores da pesquisa escreveram que “a mensagem era clara – marido e mulher deitados juntos enquanto abraçam um ao outro em um amor eterno na vida após a morte”.

Ainda que as circunstâncias em que foram encontrados sejam, de certa forma, lúdicas – um amor que se perpetua mesmo após o fim da vida -, indícios apontam que a forma como a morte do casal aconteceu não segue o mesmo caminho. O laudo dos estudos conduzidos nos ossos mostra que o esqueleto homem, entre 29 e 35 anos, tinha sinais de lesão não curada no braço direito e um dedo cortado, indicando sinais de uma possível morte violenta. No corpo da mulher, entre 35 e 40 anos, não foram encontrados indícios de trauma, o que pode indicar suicídio. A situação sugere que possa ter acontecido após a morte de seu amado, para que pudesse ser enterrada junto a ele.

Os pesquisadores não descartam também a possibilidade de que os dois tenham falecido ao mesmo tempo, talvez por uma doença ou envenenamento.

Quanto a alguma evidência que pudesse indicar o status do casal, no anelar da mulher foi encontrada uma aliança prata simples, cuja falta de gravações e seu material sugerem que os dois eram pessoas comuns, segundo o perito em odontologia Qian Wang, da Texas A&M University.

De acordo com o antropólogo Qun Zhang, da Universidade de Xiamen, este tipo de enterro é o primeiro a ser documentado na China. Ele pode se relacionar ao fato de ter ocorrido quando o Budismo estava ganhando força e sendo disseminado pelo país, e as pessoas estavam começando a ficar mais conectadas com a vida após a morte e o que acontecia nela.


Fonte: (1), (2), (3)
Imagem: International Journal of Osteoarchaeology
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CULTURA TV

Ator Park Ki Woong recebe prêmio na Newsis K-Expo 2021

O ator Park Ki Woong foi reconhecido como um indivíduo que contribui para a popularização da Korean Wave. Ele recebeu o prêmio do Comitê de Cultura, Esportes e Turismo da Assembleia Nacional na edição de 2021 da Newsis K-Expo.

Em seu discurso de agradecimento, Park Ki Woong declarou: “Estou honrado e impressionado que a Newsis K-Expo estabeleceu uma nova divisão de K-Art e me escolheu como o primeiro premiado. Acredito que este prêmio foi dado a mim para que eu possa trabalhar mais como ator e também como artista. Vou me esforçar mais em minhas atividades artísticas para tocar o coração de todos ao redor do mundo por meio da arte, bem como K-dramas e filmes“.

Park Ki Woon foi reconhecido por seu interesse pela arte e seu trabalho como pintor. Ele estreou como ator por acaso, mas desde a infância sonhava em ser artista. O fato dele ser formado em Design Visual chamou atenção entre os pintores famosos.

Em março, Park Ki Woong ganhou o prêmio especial K-Art por seu retrato chamado Igo e exibiu 20 de seus retratos em uma galeria de uma loja de luxo localizada em Samseong-dong.


Créditos: www.allkpop.com

Além disso, ele participou da WCG Art Play Exhibit, realizada em Xangai, na China, como o pintor Park Ki Woong, e não o ator, fazendo sua primeira exposição na região. Ki Woong é conhecido por outras ações, como doar os lucros das vendas de pinturas feitas por ele em colaboração com o artista Kim Jung Ki.

A Newsis K-Expo começou em 2019 e é patrocinada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo da Coreia, pelo Ministério do Comércio, Indústria e Energia, pela Comissão de Comunicações e pela Agência de Conteúdo Criativo, entre outras agências. O evento premia ícones culturais, empresas e indivíduos que contribuem para divulgar a cultura coreana pelo mundo.


Fonte: (1)
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